Uma verdade desta época é a visão e percepção de que algo está para acontecer. Há quem diga que chegamos ao final da História, que nada mais há para ser acrescentado.Vivemos os últimos dias.Para muita gente a realidade não é aquela que se vê nos telejornais do dia a dia, mas a realidade das contas para pagar e a dos filhos para criar. Porém, algo está acontecendo.Não são todos que discernem o que está por detrás dos últimos acontecimentos: terremotos, furacões, secas, incêndios, bactérias, indiferença e esfriamento espiritual. Há um gemido que ecoa na natureza dos seres, um prenúncio de morte e dor. Os anestésicos desta época têm adormecido a maior parte de nós e o pior é que nos sentimos bem.
24.10.05
Na superfície
Uma verdade desta época é a visão e percepção de que algo está para acontecer. Há quem diga que chegamos ao final da História, que nada mais há para ser acrescentado.Vivemos os últimos dias.Para muita gente a realidade não é aquela que se vê nos telejornais do dia a dia, mas a realidade das contas para pagar e a dos filhos para criar. Porém, algo está acontecendo.Não são todos que discernem o que está por detrás dos últimos acontecimentos: terremotos, furacões, secas, incêndios, bactérias, indiferença e esfriamento espiritual. Há um gemido que ecoa na natureza dos seres, um prenúncio de morte e dor. Os anestésicos desta época têm adormecido a maior parte de nós e o pior é que nos sentimos bem.
15.10.05
Sinais dos tempos
O amor vem esfriando na medida em que crescem a iniqüidade, o individualismo, o narcisismo
Os discípulos de Cristo, um dia, perguntaram a ele quais seriam os sinais que antecederiam a sua vinda. Ele respondeu esta pergunta numa longa pregação,, conhecido como “sermão profético”. Entre os sinais apresentados por Jesus, destaca-se o surgimento de falsos Cristos e falsos profetas, que iriam enganar muitas pessoas. O Filho de Deus falou também de guerras entre as nações e de abalos sísmicos. No entanto, há um sinal que me chama a atenção de forma particular: trata-se daquele que fala do esfriamento do amor. Jesus disse: “E por se multiplicar a iniqüidade, o amor se esfriará de quase todos” (Mateus 24.12).A relação que Jesus apresenta é inversamente proporcional: o crescimento da iniqüidade implica no enfraquecimento do amor.
Vejam se não é esse o nosso caso.
Na medida em que cresce o pecado em suas mais variadas formas, da corrupção ao crescimento da miséria social, da pornografia a todas as formas de banalização sexual, a violência nas ruas e nos lares, o individualismo autocentrado e narcisista, esfria o amor genuíno e sincero no ser humano. Somos uma geração que vem desaprendendo a amar. Não estou me referindo a uma forma platônica de amor ou aos modelos hollywoodianos que enchem nossa sala de estar todos os dias, mas ao amor conforme Deus o revela nas Escrituras. Amor naquela forma como ele mesmo nos tem amado e celebrado uma aliança com seu povo.
Provavelmente não há nenhum texto mais completo sobre o amor do que I Coríntios 13, um texto que precisa ser revisitado por nós diante daquilo que vemos todos os dias.Naquela epístola, Paulo fala de um amor que é paciente, que não se perde diante da primeira crise ou da primeira desilusão; um sentimento bondoso, não ciumento e humilde. Um amor que não se comporta de forma inconveniente, mas é altruísta, e está sempre procurando atender o interesse dos outros e não o seu próprio. É também um amor que não se ira facilmente, que não guarda rancor, que não se alegra com a injustiça mas que salta de júbilo quando a verdade triunfa. É um amor que sabe que o sofrimento sempre acompanha aquele que ama. Um amor que se sustenta sob fundamentos sólidos e verdadeiros, que não tem a pressa dos egoístas, mas que sabe esperar e possui uma enorme capacidade de suportar adversidades.
Este amor que Paulo nos descreve vem diminuindo e esfriando na medida em que cresce o egoísmo alimentado pelo individualismo da cultura narcisista, onde o que importa sou eu, meus desejos, meus interesses, meu momento, minhas necessidades, minha realização, meus projetos, o que eu penso, quero e preciso. Imagino que quando duas pessoas modernas, com este espírito individualista e narcisista, se encontram e resolvem se amar, envolvem-se num modelo de relacionamento onde, à primeira vista, tudo indica que se trata de um belíssimo e invejável romance. Contudo, diante do primeiro obstáculo, da primeira frustração, de um simples desentendimento, da dor e do sofrimento, ou do cansaço e da vontade de experimentar “novos ares”, abandonam aquele amor que foi grande apenas enquanto durou em troca de um outro que atenda as necessidades de um ego inflado, imaturo e insaciável.
É por causa da iniqüidade deste espírito individualista e narcisista que os pais vão abandonando os seus filhos porque têm coisas mais importantes a fazer, como ganhar dinheiro ou buscar o sucesso, do que cuidar deles e amá-los; alguns tornam-se indiferentes e os abandonam à própria sorte na esperança de que na escola ou na vizinhança encontrarão quem os ame e eduque.
Outros há que tentam manipulá-los e controlá-los em virtude da mesma iniqüidade, da mesma falta de tempo e da mesma insegurança.
Os mais modernos já preferem não tê-los porque sabem que o amor que possuem não ultrapassa a epiderme – não são capazes de amar nada além do seu próprio ego. Por outro lado, os filhos vêm se rebelando contra seus pais, negando-lhes o respeito e a honra. São também filhos da iniqüidade do nosso tempo, do mesmo individualismo, do mesmo egoísmo.
Os jovens trocaram o amor pelo sexo para descobrirem lá na frente, depois de tantas idas e vindas e muitas “ficadas”, que são bons de cama mas frios e imaturos na arte de construir um amor que supera as fronteiras do egoísmo e que cresce na medida que o tempo passa.
Os escândalos de corrupção que mais uma vez abalam o país têm, na sua raiz, o mesmo mal. Todos buscam o que é seu e nunca o que é dos outros. A epidemia que hoje toma conta da nação não é a corrupção – ela é apenas mais uma expressão de uma nação, onde a iniquidade cresceu tanto que fez o amor murchar.Eu nunca fui um desses crentes interessados em decifrar os códigos para adivinhar quando é que Jesus Cristo volta. Tal aritimética não me interessa. Apenas sei que ele voltará, e isso me basta. No entanto, devo confessar que olhando para o cenário do mundo hoje, tenho orado por uma intervenção divina e espero que ela aconteça logo, seja na forma de um novo avivamento – daqueles que penetram na raiz do coração humano e o transforma e não esta panacéia religiosa que alguns chamam de “derramamento do Espírito” – ou de uma intervenção escatológica, final ou não. Oro por isto porque não é mais possível suportar tanta injustiça, tanta miséria, tanta imoralidade, tanto pecado.Oro também para que Deus nos preserve fiéis a ele e à sua Palavra, para que aqueles que reconhecem o amor divino e são alimentados e inspirados por ele cresçam cada vez mais amparando o pobre, cuidando do necessitado, lutando pela justiça, permanecendo fieis aos termos da aliança com Deus e com o próximo. Jesus, naquele sermão profético, afirma que “o amor se esfriará de quase todos”.
E é nesta pequena exceção que quero me incluir, a mim e a você, mesmo que sejamos apenas um pequeno remanescente, mas um remanescente que não se curva diante dos Baalins do mundo moderno.
in Eclésia
Ricardo Barbosa de Souza é conferencista e pastor da Igreja Presbiteriana do Planalto, em Brasilia
13.10.05
Parabéns Renata
Agradecemos a Deus pela tua vida. Te amamos muito. Esperamos ainda ser abençoados durante muito tempo com a tua presença, palavras de incentivo e carinho. Obrigado pela filha linda que me deste.
9.10.05
Vida Como Ela É
Hoje em uma congregação de nossa igreja, fui confrontado com a pobreza e desespero de uma mãe e nossa irmã. Com três filhos pequenos, sem trabalho e sem dinheiro, viu-se de repente abandonada pelo seu marido. Ele disse que iria trabalhar em certo lugar e passadas duas semanas o homem não voltou. Uma das garotas estava cheia de febre e sua mãe pediu-me para orar por ela, diz a mãe que a febre era de saudades do pai. Graças a Deus que a igreja tem condições de ajudar em alimentos esta família. No entanto, parece que a fome persiste e a tristeza e frustação ganham raizes profundas.A igreja deve ter uma resposta positiva para estes casos, mas nem sempre está disposta a abraçar estas e outras causas humanitárias que requerem amor e compaixão. São pessoas de cor, sujas e muitas vezes doentes, que tornam-se vítimas da indiferença das pessoas de pele branca, com suas roupas limpas, cheirosas e sorrisos de barriga cheia.Para a minha igreja, participar dos dramas desta gente, será uma escola para o desenvolvimento de certos exercícios nunca desenvolvidos.Queira Deus que saibamos perceber as oportunidade de forma a aproveitá-las e sermos bem sucedidos.
28.9.05
Missão de pai
Estou sem tempo para escrever. A Sofia e a igreja ocupam-me integralmente e à noite o sono é rei. Pastor, pai e marido são realidades que nos preparam para conversas com Deus ao mais alto nível. Descobrimos que já não somos, mas ocultos em Cristo, vivemos uma dimensão onde é possível enxergar a perfeita e agradável vontade de Deus. Ser pai é entender um pouco do amor de Deus.
Bodes
Há uns poucos meses atrás, publicamos algumas notas sobre bodes, nos enviadas por um irmão da Austrália. Várias pessoas têm escrito para dizer que elas foram ajudadas pelas mesmas. Não muito depois disso, escrevemos para o irmão Klooster, que está engajado na obra do Evangelho na Holanda, uma terra onde os bodes são totalmente comuns entre as pessoas mais pobres. No decorrer da nossa carta a ele, mencionamos que era a nossa crescente convicção de que “os bodes” de Mateus 25:33 etc. são cristãos professos que são desprovidos da vida de Deus em suas almas. Sua réplica fortaleceu ainda mais a nossa convicção, e dela extraímos aqui alguns pensamentos com respeito a estes animais, como sendo uma descrição daqueles que levam o nome de Cristo, mas que são estranhos à Sua salvação.
Leia Mateus 25:31-33. “É claro, à partir da Escritura, que as ‘ovelhas' mencionadas aqui são o povo escolhido de Deus, que foram lavados no sangue do Cordeiro, e que seguem o grande Pastor (João 10:26-29). Igualmente claro à partir da Escritura é que os ‘bodes não são ateus e outros que repudiam a existência do Deus eterno, mas são aqueles que tendo ‘uma forma de piedade, negam, entretanto, o poder dela', pessoas que estão sempre aprendendo e ‘nunca são capazes de chegar ao conhecimento da verdade' (2 Timóteo 3:5-7). Olhando agora para Mateus 25:44, lemos que os bodes responderão à Cristo 'dizendo, Senhor, quando foi que Te vimos com fome?' Somente aqueles de quem é dito em 2 Timóteo 3:5; Judas 11 etc. irão (nem mesmo as ovelhas, os filhos de Deus) se dirigir a Ele como ‘Senhor'. Por meio disto eles mostram sua ‘forma de piedade' ou semelhança externa aos filhos de Deus, de forma que, a uma certa distância, os bodes se parecem com as ovelhas na aparência e no som de seu balar. Em Mateus 7:21-23 lemos sobre este mesmo povo religioso, com sua ‘forma de piedade'.
“Na Escritura a ‘mão direita' é sempre usada como um símbolo para o lugar de força, poder, honra, proteção e comunhão: leia cuidadosamente Salmos 16:8, 9, 11; Marcos 15:27; Gálatas 2:9; Êxodo 15:6. Mas a ‘mão esquerda' é um símbolo do lugar de inferioridade, desonra, tolice. ‘O coração do sábio se inclina para o lado direito, mas o do estulto, para o da esquerda' (Eclesiastes 10:2). Eúde (Juízes 3:15-22) era canhoto, e um vil assassino. Os setecentos homens de quem é falado em Juízes 20:16 eram todos canhotos, e trouxeram certa destruição quando usadas na batalha. Em Ezequiel 16:46 lemos dos religiosos da apóstata Samaria habitando à ‘mão esquerda' de Jerusalém — Sodoma como sua ‘mão direita' será exaltada acima dela: Mateus 11:20-24.
“Em conexão com Mateus 25:33 lemos em Ezequiel 34:17, ‘Eis que julgarei entre gado pequeno e gado pequeno', isto é, entre ovelhas e bodes, pois a próxima sentença adiciona ‘entre carneiros e bodes' [NT: “bode-macho”, na versão do autor]. Lendo o capítulo inteiro cuidadosamente, não há dúvida de que ‘carneiros' fala dos mestres, líderes, pastores das ovelhas; enquanto que ‘bodes' fala dos falsos profetas (2 Pedro 2:1-3), os ‘mercenários' (João 10:12, 13), que arrebatam e dispersam as ovelhas. “Um carneiro tem a mesma natureza e gosto de uma ovelha, ele é somente mais forte, e o protetor natural daquela. Um carneiro nunca ataca um homem ou um animal, exceto que ele, ou sua ovelha, seja atacado. Assim, o verdadeiro pastor somente ataca quando a honra de seu grande Pastor e de Suas ovelhas é assaltada: então, como o carneiro, ele lutará até mesmo à morte. O bode-macho tem a mesma natureza dos bodes, ele é somente mais feroz e destrutivo, e atacará sem qualquer provocação ou necessidade: assim, os falsos pastores estão constantemente fazendo ataques violentos contra a Verdade, contra Cristo e contra o Seu povo.
“Então, Eu salvarei o Meu rebanho, e elas não mais serão saqueadas; e Eu julgarei entre gado pequeno e gado pequeno' (Ezequiel 34:22). ‘Ele separará uns dos outros, como o pastor aparta dos bodes as ovelhas...e irão estes (os bodes) para o castigo eterno, porém os justos (as ovelhas), para a vida eterna' (Mateus 25:32,46).
Nota do tradutor:
* Este artigo apareceu na revista Studies in Scriptures, editada por Pink, em Dezembro de 1934.
Traduzido por: Felipe Sabino de Araújo NetoCuiabá-MT, 13 de Março de 2005.
* Este artigo apareceu na revista Studies in Scriptures, editada por Pink, em Dezembro de 1934.
Traduzido por: Felipe Sabino de Araújo NetoCuiabá-MT, 13 de Março de 2005.
24.9.05
Frase do Dia
Certamente você realizará o propósito de Deus, não importa como esteja agindo, mas faz diferença se você serve como Judas ou como João. (C. S. Lewis)
Rendo-me
Quando nos colocamos nas mãos de Deus, confiando a Ele tudo o que somos e pensamos, certamente, veremos nossos sonhos realizados. Não é possível enxergar o propósito de Deus para nós se não baixarmos os braços. Só seremos felizes quando finalmente estivermos afinados com sua vontade. É claro que esta é uma palavra para os seus filhos. Ele só corrige os seus filhos, porque os ama.
16.9.05
25.8.05
Mudança
Estamos de abalada para outras paragens. Estamos alinhando a nossa vontade à vontade de nosso Deus. Passa Três é o nosso destino é a nossa casa é a nossa igreja. Será aqui, onde a minha filha certamente dará os primeiros passos. Novos desafios, missões importantes, esperam-nos num lugar aparentemente calmo, sem os dramas dos centros urbanos com suas distrações. Este blog encerra um ciclo nesta cidade de Angra dos Reis, para iniciar algo além de mim e de minhas frustações e pesadelos. Até lá. A Deus toda a Honra, Glória e Majestade.
23.8.05
Escolhas
"Porém o Senhor disse a Samuel: Não atentes para a sua aparência, nem para a sua altura, porque o rejeitei; porque o Senhor não vê como vê o homem. O homem vê o exterior, porém o Senhor, o coração" (1Sm 16:7).
Tenho pensado nestes últimos dias acerca das nossas escolhas e os critérios que nos levam a decidir por isto ou aquilo. Certamente a maneira como os nossos olhos enxergam podem influenciar as nossas apostas. Mas são os estereótipos que acumulamos ao longo de nossa existência que determina as nossas escolhas. Aparentemente, Davi sequer foi cogitado para confrontar o gigante, mas era ele que morava no coração de Deus, não Eliabe, alguém com características exteriores mais adequadas para o desafio. "A aparência engana", o coração não. Infelizmente hoje não se presta mais atenção ao interior das pessoas, não estamos muito interessados em ouvir as suas históricas dramáticas e felizes. Abrir o coração é dar chances ao outro de me conhecer e magoar. Preferimos a "aparência" as maquilhagens as frases "Ninguém tem nada a ver com isso..." ou "isso é problema meu". É por isso que muitas vezes escolhemos mal porque as nossas apostas são motivadas por um julgamento pré-concebido, onde o coração nunca é avaliado porque ao entrar no íntimo do outro entramos no nosso e não gostamos do que vemos. Preferimos jogar pelo seguro, mantendo um relacionamento à distância, que mais tarde vira frustação, dor ou despesa. Foi isso que aconteceu com o povo de Israel. Buscou na aparência um rei( Saul) e agora cometia o mesmo erro ao iludir-se com perfil de Eliabe. Olhar como Deus olha é ver a verdade das pessoas é ver a capacidade que elas têm de enfrentar gigantes.
Necessidades Profundas das Pessoas
O que realmente importa em nossa vida cristã?
As pessoas sofrem e esperam, praguejam e oram, vivem anos e anos sedentos de relacionamentos significativos, sem consciência de sua dor, de seu potencial, de seu vazio. O vazio de cada um faz-nos lembrar nosso próprio vazio, se bem que isso é doloroso, porque inevitavelmente nos expõe aos lugares escuros de nosso próprio mundo interior. A pergunta é o que vamos ser além dos nossos relacionamentos familiares e responsabilidades?
Somente quem descobriu nova vida em suas próprias profundezas pode tornar-se um ou uma obstetra espiritual, contribuindo para o nascimento de indivíduos. Há uma pergunta deveras importante. O que as pessoas sentem quando entram em contacto com a sua vida? Naturalmente reconhecemos que é não é fácil avivar relacionamentos e ao mesmo tempo participar dos dramas dos outros e ainda ter que enfrentar os nossos. Porém, cada um de nós é desafiado a tornar-se participante e contribuinte, e não um mero observador. Precisamos fazer parte desse movimento que é dinâmico, que dá novas respostas às necessidades das pessoas. Pessoas essas jogadas em nossas estradas modernas de Jericó. Pessoas despojadas de auto-estima e abatidas pelas crises e tragédias da vida. Igreja é isso.
Muitos factores diferentes podem travar o crescimento em direção ao alvo (alvo esse que não somos nós nem alguém semelhante a nós), a falta de um suprimento adequado de amor maduro na infância; uma crise traumática ou um série de crises (perda de um ente querido, divórcio,acidentes desemprego, doenças graves, catástrofe natural, guerra), a paralisia causada por conflitos interiores, ansiedades e as consequências acumuladas de um modo de vida irresponsável. Essas pessoas estão em busca de pão, mas só encontram pedras.
Que faremos? Talvez nos vejamos impotentes, ou pior, que isso não tem haver connosco.
Somente quem descobriu nova vida em suas próprias profundezas pode tornar-se um ou uma obstetra espiritual, contribuindo para o nascimento de indivíduos. Há uma pergunta deveras importante. O que as pessoas sentem quando entram em contacto com a sua vida? Naturalmente reconhecemos que é não é fácil avivar relacionamentos e ao mesmo tempo participar dos dramas dos outros e ainda ter que enfrentar os nossos. Porém, cada um de nós é desafiado a tornar-se participante e contribuinte, e não um mero observador. Precisamos fazer parte desse movimento que é dinâmico, que dá novas respostas às necessidades das pessoas. Pessoas essas jogadas em nossas estradas modernas de Jericó. Pessoas despojadas de auto-estima e abatidas pelas crises e tragédias da vida. Igreja é isso.
Muitos factores diferentes podem travar o crescimento em direção ao alvo (alvo esse que não somos nós nem alguém semelhante a nós), a falta de um suprimento adequado de amor maduro na infância; uma crise traumática ou um série de crises (perda de um ente querido, divórcio,acidentes desemprego, doenças graves, catástrofe natural, guerra), a paralisia causada por conflitos interiores, ansiedades e as consequências acumuladas de um modo de vida irresponsável. Essas pessoas estão em busca de pão, mas só encontram pedras.
Que faremos? Talvez nos vejamos impotentes, ou pior, que isso não tem haver connosco.
22.8.05
Animados para Petrópolis
Onde é a festa pessoal?
Mancha vermelha
Momento Hstórico
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