27.1.08
Pequenas e Grandes Descobertas
"Tour" pela IEC Passa Três
6.1.08
Um dia comum
Há uns anos atrás vi o filme "Inteligência Artificial" e independente das críticas, até que gostei dele, achei legalzinho. A história se passa na metade do século XXI. O efeito estufa derreteu uma grande parte do gelo dos pólos da Terra e algumas das cidades litorâneas do planeta ficaram submersas (é linda a imagem de Nova York sob as águas).
Os AI (computadores independentes com inteligência artificial) auxiliam a humanidade na luta contra os desastres ambientais. São robôs cada vez mais evoluídos. Um professor (William Hurt) quer dar a esses robôs uma nova capacidade: a de amar. Assim nasce o garoto robô David Swinton (Haley Joel Osment) que, como Pinóquio, irá querer se transformar em ser humano. Bom, vocês devem conhecer o enredo. Mas tudo isso é para falar um assunto que é tocado no tão criticado e mal falado final do filme. O menino robô, após ficar submerso por não sei quanto tempo (muito tempo) consegue voltar à superfície e tudo aquilo que ele deseja é reencontrar aquela que um dia o comprou e foi uma espécie de "mãe" para ele, aquela que ele tinha aprendido a amar. Claro que à essa altura ela já não existe mais. Mas com a tecnologia da época é possível clonarem a mulher, mas só por um dia, um único diazinho, e nesse dia especial ele decide fazer com sua "mãe" coisas normais, do dia a dia, as atividades mais comuns da vida doméstica como brincar, contar histórias, tomar banho...
Bem, o que eu estava pensando é no realmente importa no final das contas. O filme foi só um pretexto para puxar esse assunto. A vida é feita de dias comuns, claro que também há os dias especiais, mas os mais especiais são os dias comuns. À pergunta, o que você faria se pudesse ter mais um dia, somente um dia, com alguém que você ama, eu responderia: passaria um dia como tantos outros que já passamos juntos, só que dando mais valor aos detalhes desse dia, guardando cada minuto como um precioso e delicado tesouro.
Por várias vezes durante o meu dia a dia, eu faço queixas de estar cansada demais, ou já não ter disposição para brincar ou contar histórias para meus filhos, ou mesmo desabafo com o espelho dizendo que queria alguns instantes sozinha, mas, me arrependo de pensar nisso todos os dias, e à noite falo ao meu travesseiro como o meu dia foi prazeroso, aí agradeço a Deus por poder ter feito aquilo que pude fazer, mesmo com minhas limitações e imperfeições. Às vezes também penso em como seria esse dia com pessoas que estão distantes, pessoas que são muito amadas, pessoas com quem não passo um dia comum há muito tempo e outras com as quais não vou passar mais por um motivo ou por outro. Ainda bem que Deus nos proporciona os sonhos, falo por mim, eu tenho muitos sonhos comuns onde estou com essas pessoas queridas. Espero que esse ano, pelo menos com algumas, eu possa ter um dia desses, tão comuns, que se tornam especiais. Não podemos esquecer que somos humanos e não robôs ou pinóquios, e que temos a capacidade de amar.
1.1.08
Quantos dias nos restam?
22.12.07
Mais fotos...
Pensamentos e Ressentimentos
Os caminhos que andamos e insistimos em andar e que aos olhos da sociedade não passam de caminhos maus, são transformados em algum lugar da história em caminhos de conquista e vitória. Deus é o Único que pode fazer isso.O senso de impotência e indiferença nos dias de hoje é algo assustador. Achamos que não podemos fazer mais nada pelo o outro, pois nos ultrapassa, nos cansa, não temos nada a ver com isso - cada um escolhe seu caminho, dizemos nós. E a verdade é que perdemos a oportunidade de experimentar um pequeno vislumbre do amor de Deus.
Uma vida banal aos olhos de quem? Do mundo? Da sociedade? Da família?
Tenho sentido que a maioria de nós são como aqueles que passaram do outro lado da estrada e fingiram que não viram aquele que estava prostado. Porém, Deus sempre nos conduzirá por estradas e becos que não queremos, não para sairmos de lá doentes, mas transformados e extraordinariamente deslumbrados com o que lá vimos e sentimos. Viver e morrer sem ter a experiência de ajudar alguém a levantar-se, de ser instrumento de cura e libertação, de ser um samaritano, pode no final da vida nos entristecer. Olhemos o outro lado da estrada, há sempre alguém que espera por nós, pode até ser um "anjo" que precisa de ser hospedado ou recuperado
Dezembro
Além das festas e outras reuniões, são as lembranças de canções como a do burrinho manso e corinhos da Escola Dominical, que cantava no encerramento das aulas , isto em 17 de dezembro. Os ensaios na igreja eram aproveitados para estar com os amigos mais vezes, sim, sem esquecer a paixão e o amor escondido, que ano após ano se escondia e se afastava mais e mais. Dezembro era verde, a bola rolava e os presentes eram abertos antes da hora.
Dia 25, uma data que não era minha, não era nossa, mas ela não se importava, nunca se importou, aliás foi partilhada durante muito tempo com os amigos e família à mesa, depois de subir as escadas, depois da outra festa, a de Jesus.
Bem depois, quando tudo parecia terminar nessa noite de natal, surge uma criança, planejada por Deus, nem sempre perto de mim, nem sempre longe de mim.
Enfim, outros tempos, outras pessoas amadas ajudam a reconstruir outros dezembros, sempre verdes, sempre chuvosos e quentes.
16.12.07
Feliz aniversário
Há 43 anos atrás, dia 17 de dezembro de 1964, nascia na singela aldeia de Paio Pires, em um prédio de poucos andares, um lindo bebê, primeiro varão da família. Seus dias, já escritos e determinados pelo seu Autor, com todas as suas vitórias e derrotas, foram se dando a conhecer, a nós, seus familiares e amigos.
Quando bebê, foi bem tranquilo (assim testemunha sua mãe), sem dar grandes trabalhos. Quando criança, bom, aí a parte do "tranquilo" já não é mais comentada. Bastante ativo em sua infância costumava ser o brincalhão, aquele que faz rir aos colegas. Sua adolescência seguiu neste mesmo ritmo, sempre bem disposto e animado, participativo e dinâmico. Suas grandes recordações encontram-se espalhadas pelos espaços do ABS (Acampamento Bíblico do Sôr).
Já em sua juventude, um tanto quanto "rebelde sem causa" e ansioso, fez boas e más escolhas. Mas com essas escolhas adquiriu experiências que hoje em dia acrescentam em sua autenticidade, contribuem de alguma forma em seu ministério, moldaram seu caráter.
Hoje, em sua fase adulta, mistura um pouco das outras fases. Às vezes, tranquilo, outras dinâmico, às vezes ansioso, outras animado.
Há uma importante característica que une cada um desses 43 anos: fé em Deus. Algumas vezes se distanciou mas nunca se perdeu dela. No princípio transmitida por seus pais no exemplo de vida e nos cultos domésticos, depois aprendida e absorvida de tal forma que até hoje permanece e vive por ela.
Parabéns aos seus pais, Emília e João Narciso, casal de valor, muito amados por seu filho. Parabéns aos seus 3 irmãos (Fernanda, Cláudio e João Felipe) afinal, são 43 anos... e vocês também estão sempre nas histórias por ele contadas. Parabéns Daniel, pai, marido e pastor (atualmente nesta ordem).
15.12.07
25.11.07
Resposta ao desafio da Daily Sunbeams
Eu desejo... estar vivendo na vontade de Deus sempre.
Eu quero... ser melhor mãe a cada dia.
Eu tenho... uma família muito especial.
Eu acho... brinquedos em todo o canto da casa.
Eu odeio... poucas coisas.
Eu sinto... saudades de meus amigos.
Eu escuto... meus filhos chorando a quilômetros de distância.
Eu cheiro... a roupa lavada antes de estender.
Eu imploro... para meu marido me deixar dormir mais 5 minutinhos.
Eu procuro... ter paz com todos.
Eu arrependo-me... de ter parado de praticar esportes.
Eu amo... minha família.
Eu sinto dor... nos pés quando uso sapatos novos.
Eu sinto falta... do meu sobrinho Diego.
Eu importo-me... com minhas promessas.
Eu sempre... estou disposta para passear.
Eu não fico... sem passar manteiga de cacau nos lábios.
Eu acredito... no que está na Bíblia.
Eu danço... com minha filha.
Eu canto... para Deus porque só Ele mesmo para me ouvir.
Eu choro... escondida.
Eu falho... todos os dias.
Eu luto... contra a preguiça.
Eu escrevo... com letras pequenas
Eu ganho... quilos com facilidade.
Eu perco... tempo fazendo listas sobre meu insignificante eu.
Eu nunca... tive aftas.
Eu confundo-me... com receitas pela televisão.
Eu não suporto... telefone ocupado.
Eu detesto... filas.
Eu não gosto... de café.
Eu adoro... leite gelado.
Eu entusiasmo-me... quando estou aprendendo.
Eu recordo... principalmente as coisas boas.
Eu tenho pena... dos meninos de rua.
Eu gostava... de dormir na cama da minha irmã.
Eu estou... tranqüila
Eu fico feliz... facilmente.
Eu emociono-me... vendo filmes.
Eu espero... a volta de Jesus.
Eu tenho esperança... de nadar com os golfinhos.
Eu preciso... emagrecer.
Eu deveria... voltar a praticar esportes.
Você quer ser o próximo a responder?
24.11.07
Fotos que vamos tirando
Conseguem ver ao centro da imagem duas "maritacas" que moram nos fundos de casa?
Este foi o bolo dos 110 anos de nossa igreja com as fotos do templo antigo e do atual.
Antes de dormir, Sofia conta histórias ao irmão que presta muita atenção.
Essa é para os avós verem como fazem falta. Às vezes papai e mamãe não querem fazer todas as vontades dos meninos.
Ainda em Penedo...
ENAMI
Ao fundo o chalé em que ficamos hospedados.
"Mister" Saunders, sempre uma boa companhia que inclusive nos ajudava nas refeições com as crianças.
Entre uma reunião e outra, muitas brincadeiras com os miúdos.
10.11.07
Ser Benção É Viver Em Abundância
2.11.07
Gratidão
Nota: Nesses 110 anos muitos foram os homens de Deus, pastores, presbíteros, evangelistas, que passaram por essa igreja deixando sempre frutos de seu árduo trabalho, dentre esses vários, os cinco que aparecem na capa. Segue um breve comentário sobre cada um:
- Dr. Robert Reid Kalley, médico escocês nascido em 8 de setembro de 1809. Fundador da nossa denominação. Foi ordenado ao ministério em Londres em 8 de julho de 1839. Chegou ao Rio de Janeiro em 10 de maio de 1855 e em junho desse mesmo ano fixou residência em Petrópolis, local onde foi fundada, no dia 19 de agosto de 1855, nossa escola dominical, data em que comemoramos o aniversário dos congregacionais. Dr. Kalley foi o fundador, da Igreja Evangélica Fluminense, dentre outras, “mãe” de nossa igreja. Faleceu em 17 de janeiro de 1888.
- Henrique Maxwell Wright, nasceu em Lisboa, em 7 de dezembro de 1849, foi um missionário que propagava o evangelho em Portugal e suas colônias, também visitou o Brasil várias vezes, e numa dessas oportunidades visitou a congregação de Passa Três, em abril de 1891, em companhia do Rev. Salomão Luiz Ginsburg e José Rodrigues Martins. Faleceu em 24 de fevereiro de 1931.
- José Rodrigues Martins, natural da Ilha da Madeira, diácono da Igreja Evangélica Fluminense e mais tarde presbítero da IEC do Encantado, foi o fundador da IEC de Passa Três. Faleceu em 25 de julho de 1921.
- João Manoel Gonçalves dos Santos, nasceu no Rio de Janeiro em 7 de agosto de 1842, foi batizado pelo Dr. Kalley em janeiro de 1859 e foi ordenado ao ministério pastoral em 1º de janeiro de 1876, após estudar em um seminário em Londres. Em julho de 1876 assumiu o pastorado da Igreja Evangélica Fluminense até 21 de abril de 1911, quando foi então jubilado. Em Passa Três foi um dos organizadores da Igreja, sendo o pastor que batizou os primeiros irmãos de Passa Três, fruto do trabalho evangelístico de José Rodrigues Martins. Aqui, chegou mesmo a sofrer algumas perseguições (também em Piraí e São João Marcos) colocando assim sua vida em risco. Faleceu em 20 de junho de 1928.
- Manoel Marques, nascido em Passa Três, foi batizado aos 18 anos pelo Rev. Thomaz Joyce. Dedicava-se aos trabalhos missionários, foi professor de Escola Dominical e pregador leigo ainda bem jovem. Em 1911 concluiu seu curso teológico no Seminário Presbiteriano em Campinas. Ordenado em fins desse ano, ele assume o pastorado da IEC de Passa Três e logo também da IEC de Caçador. Após intenso trabalho em ministério integral, abriam-se novos pontos de trabalho. Ebenezer, Campos de Bocaina, Macacos, Cachoeira Paulista, Guaratinguetá, Tarituba, Angra dos Reis, Parati, Mambucaba, Trindade e muitos outros. Faleceu no vigor dos seus 54 anos em 22 de julho de 1931, prestes a completar 20 anos de pastorado em Passa Três e Caçador.
Em história mais recente, cabe destacar a atuação do presbítero Milton Marques, já com o Senhor, que atuou com afinco, a exemplo de seu pai, na IEC de Passa Três. Foi o responsável pela construção do templo atual utilizando para isso, inclusive, recursos próprios. Também se registra com carinho o ministério pastoral de Maurillo Neves Moreira, atualmente membro da IEC de Bangu, que por 23 anos pastoreou a IEC de Passa Três, onde há muitos irmãos fruto de seu trabalho. Igualmente as esposas dos pastores que por aqui passaram merecem nossa honra, muitas delas extremamente envolvidas no ministério de seus esposos e em seus próprios.
Disse Jesus: “É necessário que façamos as obras daquele que me enviou, enquanto é dia;
a noite vem, quando ninguém pode trabalhar”. João 9:4
28.10.07
O fim de semana
Enquanto o papai lava o carro... Sofia lava seu triciclo.
No dia em que as formigas aladas cairam do céu...
Sofia perguntou: "Mamãe, as saúvas vêm do céu?"
Nesta época, há a revoada de saúvas. Nas mãos da Sofia está um macho da espécie (que não tem ferrão). Aqui nesta região do Vale do Paraíba é comum as pessoas saírem à caça das saúvas, só as fêmeas, que têm o triplo do tamanho do macho, e que seria a formiga rainha (também conhecidas por bitu ou içá) para comerem . Sim, o pessoal gosta de comer formiga (não ela toda) e seu gostinho de ácido fórmico, e é uma iguaria cara. Eu ainda não tive essa experiência.