6.11.10

Os dias de outono


Curtindo um DVD 
Na hora de ir dormir há sempre um tempinho para as conversas e oração 
Pic nic improvisado no jardim cheio de folhas e vento, muito vento para a alegria deles que gostam de correr

Tudo bem light: frango, batata frita, pão, queijo, lombo e refrigerante. Ah sim e tinha peras também. 


Essa não largava o osso. 
A clássica foto em família 
Emburradinha 
Um longo passeio à pé 

Um dos filhotes da Luna 
Aqui já mais simpática!

Reflexão Em Primeiro Grau

Deus está nos amando a mim e a você - nesse exacto momento, assim como somos e não como deveríamos ser. O maior problema do ser humano é não saber amar - não se ama, não ama incondicionalmente outros e a Deus. A auto-aceitação e lidar com nossos defeitos de forma a não cometermos desvaneios é por assim dizer, o caminho para a auto-estima e consideração por outras pessoas. Quando chegamos neste ponto, percebemos que nossas vidas estavam sendo tocadas por um Amor radical e imensurável, que não o poderíamos suportar plenamente, a não ser que nos amemos como somos e como os outros são. Quando Jesus Cristo se revela através do evangelho, o qual é activo e fecundo, ele pede uma resposta espontânea. Como podemos alcançar esse ponto? O reino de Deus está dentro de nós. Tudo o que precisamos é desacelerar o tempo humano e tirar um tempo para ouvir - Deus está lá todo o tempo. Primeiro, aceitar o amor misericordioso do Deus redentor que rompeu a barreira da culpa e da auto-depreciação. Segundo, morrer para si mesmo é necessário a fim de viver para Deus. Uma crucificação do ego é requerida. Por outro lado, o Evangelho exige de nós honestidade dolorosa. Nada mais do que isto: devemos ser sinceros.
"A ousada metáfora de Jesus como noivo faz supor que Deus busca mais que um relacionamento íntimo conosco." Brennan Manning

30.10.10

A visão de um pecador

A Igreja não é um museu para santos, mas um hospital para pecadores.
Brennan Manning

Trabalho numa instituição de solidariedade social, onde pessoas chegam até nós, quebradas e em estado lastimável procuram ajuda para seus problemas. Muitos são jovens demais, outros sem vigor e doentes que  desistiram de viver - estão cansados e sem esperança. São pessoas jogadas nas bermas das nossas estradas modernas de "Jericó". No entanto, existe esperança sim. Portas de acolhimento resistindo aos novos ventos da "crise" permanecem semi- abertas, ainda que nossos governantes tenham dado sinais de sua indiferença - contenção de despesas, dizem eles, ou "não vale a pena", para os mais cépticos.

E a Igreja? Bem, é difícil de responder, mas é uma boa pergunta... 
Projectar uma imagem impecável nos impede de alcançar gente que sente que não teríamos como entendê-las.

20.10.10

Um dia comum e extraordinário

Os macaquinhos do alentejo 
Colheita! As abóboras do outono. 
A ajudante às vezes se cansa 
Mais um passeio na barragem com a caçula 



Um bom lugar para namorar... 



É muito bom estar em família

12.10.10

Passeio no jardim



Ainda tímidos reconhecendo o brinquedo. 

Dora encantada com os escorregas. 
 A menina é metida a ser criança grande.

A dificil tarefa de acomodar a todos em suas cadeirinhas. 
Na volta a chuva estava no caminho

3.10.10

A insistência de um convite louco

Parte 2

Soren Kierkegaard, o pai do existencialismo cristão, descreve dois tipos de cristãos: os que imitam Jesus Cristo e um segundo tipo de pouco valor, aquele que fica contente em admirar o primeiro.

A fé autêntica, evangélica, não pode ser separada de uma disposição de agir na Palavra de Deus conforme as oportunidades se apresentarem. Sempre que a fé é aceita apenas como um sistema fechado de doutrinas bem definidas, nós perdemos o contacto com o Deus vivo. Dizer sim na fé implica um constante pôr-se a caminho - uma disposição sempre renovada para receber a Palavra de Deus.
Muitas vezes, a retórica que usamos para descrever nossa vida em Cristo exibe apenas uma leve semelhança com o que realmente somos. Orgulhamo-nos do que estamos oferecendo, pois isso esconde o que estamos omitindo. Permitimo-nos acreditar que, só porque somos capazes de um sentimento piedoso, somos capazes de amar. Thomas Merton escreve: Uma dimensão dessa conveniente espiritualidade é nossa total insistência em ideais e intenções, em completo divórcio com a realidade, com as ações e o compromisso social. Tudo o que interiormente desejamos, tudo com o que sonhamos, tudo o que imaginamos; isso é o belo, o divino o verdadeiro. Pensamentos bonitos são suficientes. Eles substituem tudo o mais, incluíndo a caridade, até mesmo a vida em sí.

1.10.10

A loucura de um convite

Parte 1
Onde o dinheiro, o poder e o prazer mandam, o corpo da verdade sangra de mil feridas. Desconcertante é o amor de Jesus - pela verdade. Muitos de nós temos mentido a nós mesmos por tanto tempo que nossas reconfortantes ilusões e justificativas assumiram uma aura de verdade. B. Manning cita alguns exemplos dessas defesas que inventamos contra a transgressão da verdade, por exemplo, apenas uma: " Considere um homem que cita o apóstolo Paulo sobre um pouco de vinho ser bom para o estômago ao falar de seu terceiro martíni ao almoço".
O primeiro passo na busca da verdade não é a resolução moral de evitar o hábito da mentirinha - por mais desagradável que uma deformação de carácter possa ser. Não se trata de uma decisão sobre deixar de enganar os outros, e sim da decisão de parar de nos enganar.

Dias agradáveis na "Farinha Branca"

Uma flor fazendo outra flor em massinha. 
Dora dedicada à "leitura", é de pequeno que se aprende. 
Nossa escadinha. 



É só andar um pouquinho de carro para vir o soninho. 

Pausa para o lanche no dia em que fomos tirar o Cartão do Cidadão. 

Na volta para a casa, era hora de carregar as batatas doces da horta do vovô João. 
Os "dedinhos verdes". 



Depois da horta olhem só o estado desses pés. 

12.9.10

Hallelujah - Aleluya - Michael W. Smith

A DESCOBERTA DA FÉ

Viver os dias são um presente de Deus e uma chamada a honrá-LO - chamada para servir em qualquer lugar e em qualquer circunstância. A capacidade de realizar algo prestando serviço, é um desafio à fé que nos foi inculcada por Deus. Enfrentar a realidade exterior e interior é uma mega-operação que envolve crer que não estamos sós.

Deus é real quando eu O tenho como Poder e companheiro de luta. Jamais Ele deixou de estar na minha história, que não é uma narrativa só de sucessos, porém uma história de amor entre dois amigos, um fiel e outro não, um perfeito e outro não. Ao chegar a certo ponto da jornada olhei e não vi mais nada, apenas dias e dias, fracassos e desilusões, espaços que deviam ter sido preenchidos com coisas - mas tudo é o mesmo ao fim ao cabo, pois a insatisfação advém do acumular de detritos prazeirosos e caros e uma vez retirados as minhas motivações são reveladas. A fé não se altera, por que apesar dela não ser de todos, eu sei agora, que fui um dos contemplados e é nela que me agarro como o meu tesouro, guardado sob o evangelho que dá paz.

10.9.10

Contemplação do Belo

Precisamos voltar a reconhecer a harmonia e a grandeza da criação e da obra de Cristo e celebrar a beleza da presença de Deus na vida e na história. Vivemos numa sociedade tecnológica que valoriza mais a ação e a funcionalidade do que a contemplação. Ao reverter estes valores, terminamos por exaltar a produtividade, dando ao homem a prerrogativa de ser ele o agente que fabrica a realidade a partir das ferramentas tecnológicas que possui. O meio e o fim são invertidos e a vida passa a ser medida pelo sucesso, desempenho e eficiência. Somos constantemente desafiados a ter vida, ministério, trabalho, família, lazer ou sexo com propósito – tudo muito pragmático e funcional. A quantidade de livros com as famosas receitas de “como” enchem nossas livrarias: “Como ter uma família saudável”, “Como obter o melhor de Deus” ou “Como desenvolver um ministério eficaz”, reduzindo a vida a esquemas produtivos. É a nova mentalidade tecnológica transformando as complexidades humanas e espirituais em pequenos defeitos que podem ser consertados com o uso correto de um bom manual e das ferramentas que ele sugere. A felicidade e a realização estão no resultado. A beleza está no produto final, e não no que é simplesmente belo. Uma das grandes perdas que temos sofrido com a alta tecnologia da sociedade pós-moderna e a obsessão pelo sucesso é a da percepção da beleza. Valorizamos cada vez mais a eficiência e cada vez menos a arte. Preferimos o fast food, e não mais saborear uma boa refeição. Substituímos o real e o natural pelo virtual e pelo plástico. Vivemos como um turista que leva nas viagens suas câmeras e filmadoras digitais para não perder tempo contemplando a beleza da arte ou da criação. A aparência nos impressiona mais do que a realidade. Dentro de nossas igrejas, o efeito da mentalidade tecnológica é sutil e devastador. Imaginamos que se temos uma boa liturgia, boa música e coreografia, teremos um bom louvor e uma boa adoração. Se temos um programa eficiente, teremos um bom e fiel ministério. Se temos um bom sistema de integração de visitantes, teremos uma boa comunhão. A tecnologia nos afasta do belo e o reduz a um programa que nos ilude e nos leva a pensar que a beleza está na eficiência do produto e não mais no olhar, no gesto de fé e coragem, na criatividade ou num simples sorriso. A incapacidade de perceber a beleza é um dos sinais mais evidentes de que temos perdido nossa relação pessoal com Deus. Falamos mais sobre a utilidade da obra da cruz e menos da beleza do crucificado. Somos mais atraídos pela funcionalidade da igreja e por suas atividades do que pela beleza da comunhão de amor e amizade entre os santos. Somos cada vez mais seduzidos pelos encantos de uma vida bem sucedida do que pela beleza da santidade. No entanto, a alma humana anseia pelo que é belo. Anseia pela harmonia da criação, pela nobreza da vida em comunhão, pela pureza do amor, pela glória da ressurreição, pelas realidades não visíveis. É a beleza que sustenta o coração em meio à dor e ao desespero. Santo Agostinho fez esta pergunta: “Podemos amar outra coisa senão a beleza?” Quando olhamos para a lista que o apóstolo Paulo nos apresenta das obras da carne, vemos ali um conjunto assimétrico, sem harmonia e beleza. São expressões que descrevem as formas mais bizarras de egoísmo, exploração, mutilação e destruição. Mas quando ele abre a lista do fruto do Espírito, vemos uma relação simétrica, harmoniosa e bela que nos atrai para Deus e o próximo. As “bem aventuranças” também são belas pela sua harmonia. A cultura moderna valoriza mais as obras da carne como expressões de realização e liberdade, do que o fruto do Espírito. Isso revela o grau de alienação em que vivemos. O livro do Cântico dos Cânticos é um convite à contemplação da beleza e da harmonia: “Como você é linda, minha querida! Ah, como é linda!”; ou “Como você é belo, meu amado! Ah, como é encantador!” A beleza contemplada em Cantares não é apenas estética. Ali, o belo é a harmonia de tudo o que existe dentro e fora, e de tudo o que envolve Deus e sua criação. O belo existe para ser contemplado. Não é sua utilidade ou propósito que nos atrai, mas sua beleza e harmonia. Ele pode até ser útil, mas não é isso que nos fascina. O belo não precisa ser útil para ser belo. O salmista nos convida para “adorar a Deus na beleza da sua santidade”. O ser Santo de Deus nos atrai porque revela a harmonia de todos os seus atributos (amor, justiça, misericórdia, bondade, poder etc) e a harmonia em toda a sua criação – “Viu Deus que tudo era muito bom”, conforme o Gênesis. Santo Agostinho em suas confissões, diz: “Que amo eu, quando vos amo? Não amo a formosura corporal, nem a glória temporal, nem a claridade da luz, tão meiga destes meus olhos, nem as doces melodias das canções de todo o gênero, nem o suave cheiro das flores, dos perfumes ou dos aromas, nem o maná ou o mel, nem os membros tão flexíveis aos abraços da carne. Nada disso amo, quando amo meu Deus. E contudo, amo uma luz, uma voz, um perfume, um alimento e um abraço, quando amo meu Deus; brilha para a minha alma uma luz que nenhum espaço contém, onde ressoa uma voz que o tempo não arrebata, onde se exala um perfume que o vento não esparge, onde se saboreia uma comida que a sofreguidão não diminui, onde se sente um contato que a saciedade não desfaz. Eis o que amo, quando amo meu Deus”. Para Agostinho, seu encontro com Deus trouxe de volta a harmonia e a beleza. Para ele, amar a Deus envolve, entre outras coisas, romper com o caos, recuperar os sentidos, olhar em volta e perceber a graça e a bondade de Deus na luz do sol, na escuridão da noite, na ingenuidade infantil e nas tribulações da vida. Precisamos recuperar a contemplação e o belo numa cultura pragmática e fortemente determinada pelas forças do mercado. Precisamos resistir à pressão pela produtividade. Precisamos voltar a entrar na igreja simplesmente para adorar a Deus na beleza de sua santidade e reconhecer: “Que magníficas são, Senhor, as tuas obras! Quão profundos são os teus pensamentos!” Precisamos voltar a reconhecer a harmonia e a grandeza da criação e da obra de Cristo e celebrar a beleza da presença de Deus na vida e na história, para que a oração recupere seu significado.




Ricardo Barbosa de Souza é conferencista e pastor da Igreja Presbiteriana do Planalto, em Brasilia.

PRECISO DE UMA BENÇÃO NÃO VOU DESISTIR..

4.9.10

Ansiedade e Consumismo

Por que é que Jesus falou aos díscipulos para não se preocuparem com a comida e roupa? Duas coisas básicas - talvez a comida seja mais importante dependendo do clima. Porém, eu acredito que o Senhor queria mostrar aos seus seguidores que há coisas que realmente vale a pena ficarmos ansiosos. Pedir e buscar aquelas coisas que tem valor espiritual, tais como: sabedoria, paz, fé, esperança,sensatez, prudência, misericórdia, lealdade, perdão, ousadia (para pregar o evangelho), amor e outras coisas semelhantes a estas. Não andamos ansiosos com estas coisas por que não pedimos e se não pedimos não esperamos e quando pedimos, pedimos mal e aí não recebemos. Só se anseia o que se deseja. Infelizmente até ansiamos o que não queremos, uma mostra clara de nossa falta de fé e de medo constante. A insegurança instala-se em nossos negócios e relacionamentos, provocando a obsessão pela ansiedade de ter e consumir seja o que for. É a doença da ansiedade mundana que impede o lazer e promove a indústria farmacêutica, a indústria do tabaco, dos automóveis, do entretenimento,dos cosméticos, da gula e beberrice, dos planos de saúde etc...
Oh quem nos dera! Viver com um par de sandálias, com uma ou duas túnicas, sabendo que as refeições eram quase sempre iguais, simples, mas sem a ansiedade e síndromes de portas giratórias dos centros comerciais e seus mac-qualquer coisa.

3.9.10

Uma visão de baixo

As pessoas sofrem e esperam, praguejam e oram. No entanto, a verdade é que muitos de nós vivemos anos e anos sedentos de relacionamentos significativos, sem consciência de nossa dor, de nosso potencial, de nosso vazio. A realidade é que nos movemos em meio a pessoas assustadas, desnutridas, incapazes de reagir às dificuldades da vida  e, influenciados pelo vazio tornamo-nos fracos. As atitudes e quebras de regras são nada mais nada menos, do que o acúmulo de informações erradas que nos bombardeam e que nós minimizamos.


Somente quem descobriu nova vida em suas próprias profundezas pode tornar-se um ou uma obstetra espiritual, contribuindo para o nascimento de indivíduos saudáveis. Há uma pergunta deveras importante. O que as pessoas sentem quando entram em contacto com a sua própria vida? Naturalmente reconhecemos que é não é fácil avivar relacionamentos e ao mesmo tempo participar dos dramas dos outros e ainda ter que enfrentar os nossos. Porém, cada um de nós é desafiado conscientemente a tornar-se participante e contribuinte e não um mero observador. Precisamos fazer parte desse movimento que é dinâmico, que dá novas respostas às necessidades das pessoas. Pessoas essas jogadas em nossas estradas modernas de Jericó. Pessoas despojadas de auto-estima e abatidas pelas crises e tragédias da vida. Igreja é isso.

Muitos factores diferentes podem travar o crescimento em direção ao alvo (alvo esse que não somos nós), a falta de um suprimento adequado de amor maduro na infância; uma crise traumática ou um série de crises: perda de um ente querido, divórcio, acidentes, desemprego, doenças graves, catástrofes naturais, guerra, a paralisia causada por conflitos interiores, ansiedades e as consequências acumuladas de um modo de vida irresponsável. Essas pessoas existem, chocam-se umas com as outras - estão em busca de pão, mas só encontram pedras.

2.9.10

Publicidade

Caro(a) Proprietário


Santarém é uma cidade localizada na zona centro do País, junto à leziria Ribatejana,com bons acessos. Como mediador imobiliário da Century 21 Casas do Gótico, gostaria de me especializar na zona residencial de Santarém.
Tenciono saber toda a informação sobre as casas, os valores de mercado e as tendências na zona.
Durante as próximas semanas, irei à sua residência para me apresentar e para o conhecer. Terei igualmente o maior prazer em partilhar qualquer informação de que disponha sobre os valores de habitação, o tempo que as casas ficam à venda, taxas de financiamento ou outras questões que afectam a área.

Entretanto, espero que se conhecer alguém que necessite de comprar, vender ou arrendar casa, entre em contacto comigo.

Espero conhecê-lo(a) em breve.

Atenciosamente,

Daniel Marques da Silva (Consultor Imobiliário) Tel. 932.296.792

28.8.10

Caprichos do Criador

Porque há dias em que acordo e ainda vejo a lua antes de ir embora,
do outro lado temos o sol a nascer (como já postei anteriormente).
São 6 horas da manhã e a lua ainda está linda.

LinkWithin

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...